sexta-feira, 30 de março de 2018
Cruzeiro em 1975 e 1976 pintou a América de Azul
Grandes feitos:
Campeão da Copa Libertadores da América em 1976 e Campeão Mineiro em 1975.
Time-base:
Raúl; Nelinho, Moraes, Darci Menezes e Vanderlei; Piazza, Zé Carlos, Eduardo (Roberto Batata) e Jairzinho; Palhinha e Joãozinho. Técnico: Zezé Moreira.
“América pintada de azul”
O Cruzeiro encantou o Brasil no final da década de 60 com as apresentações mágicas de Tostão, Piazza e Dirceu Lopes. O time foi um dos únicos (senão o único!) a colocar o Santos de Pelé na roda quando conquistou a Taça Brasil de 1966 com uma apresentação histórica. Depois daquela conquista, a torcida do time azul ficou com o grito de campeão preso na garganta por duas vezes seguidas no Campeonato Brasileiro de 1974 e 1975. Os cruzeirenses não queriam mais saber de Campeonato Mineiro, afinal, o time dominava o estado naquele começo de década de 70. Eles queriam um título de peso que honrasse a tradição e mística do Cruzeiro e sentiam certa inveja do maior rival, o Atlético-MG, por causa do título brasileiro conquistado pelo Galo em 1971. Mas nem o mais fanático torcedor poderia imaginar que em 1976 o Cruzeiro venceria um título que até então só havia sido conquistado pelo Santos: a Copa Libertadores da América. Com uma campanha recheada de gols e apresentações memoráveis, o time de Piazza, Joãozinho, Palhinha, Raúl e Jairzinho trouxe a mais importante competição das Américas para o Brasil depois de 13 anos. Ninguém podia com aquele timaço que envolvia o adversário e contava com muita habilidade, velocidade e técnica. Somente o Bayern München, base da seleção da Alemanha campeã do mundo em 1974, conseguiu bater de frente com o Cruzeiro naquele ano de 1976. Mas a torcida nem ligou: a conquista da América foi demais.
Saudações Celestes,
Sérgio Moreira
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